terça-feira, 5 de março de 2013

Cursos do Blog - Term.(III)

3ª aula
Dilatação térmica dos sólidos

Borges e Nicolau 

A dilatação térmica é o aumento da distância entre as partículas de um sistema causado pelo aumento da temperatura. Do ponto de vista macroscópico, esse fenômeno é percebido como aumento das dimensões do sistema. 

Dilatação linear


Verifica-se experimentalmente que ΔL é proporcional a L0 e a Δθ:

ΔL = α.L0.Δθ

em que α é o coeficiente de dilatação linear.

Sendo ΔL = L - L0, vem:

L = L0.(1 + α.Δθ)

Dilatação superficial


Analogamente temos:

ΔA = β.A0.Δθ  e  A = A0.(1 + β.Δθ)

em que β é o coeficiente de dilatação superficial.

Relação:

β = 2α

Dilatação volumétrica


Analogamente temos:

ΔV = γ.V0.Δθ  e  V = V0.(1 + γθ)

em que γ é o coeficiente de dilatação volumétrica.

Relação:

γ = 3α

Animação:
Dilatação térmica
Clique aqui

Exercícios básicos
 

Exercício 1:
Uma lâmina bimetálica é constituída por duas tiras justapostas feitas de metais diferentes. Um dos metais (vamos chamá-lo de A) possui coeficiente de dilatação maior do que o outro (que chamaremos de B). Na temperatura ambiente a lâmina está reta. Ao ser aquecida a lâmina sofre um encurvamento. Nestas condições, o metal A constitui o arco externo ou interno da lâmina?

Resolução:

Ao ser aquecida a lâmina bimetálica sofre um encurvamento. O metal A se dilata mais. Logo ele constitui o arco externo da lâmina bimetálica.
 

Exercício 2:
Por que nas ferrovias os trilhos são assentados com um espaço entre eles?

Resolução:

As barras de trilho são assentadas com um espaço entre elas para permitir a livre dilatação quando a temperatura varia. Se isso não fosse feito, os trilhos poderiam entortar devido à tensão a que ficam submetidos.

Exercício 3:
Numa aula de dilatação térmica o professor colocou a seguinte questão: aquece-se uma placa metálica com um furo no meio. O que ocorre com a placa e o furo? Para que os alunos discutissem o professor apresentou três possibilidades:
a) a placa e o furo dilatam.
b) a placa dilata e o furo contrai.
c) a placa contrai e o furo dilata.
Qual você escolheria como correta?

Resolução:

Com o aquecimento a placa e o furo se dilatam. Você pode explicar o aumento do furo lembrando que ocorre aumento da distância entre os átomos. Assim, o perímetro do furo aumenta, o que implica no aumento de seu diâmetro.

Resposta: a


Exercício 4: 
Uma barra metálica de comprimento 2,0.102 cm, quando aquecida de
25 ºC a 50 ºC sofre um aumento em seu comprimento de 1,0.10-2 cm. Qual é o coeficiente de dilatação linear do material que constitui a barra?

Resolução:

ΔL = α.L0.Δθ = 1,0.10-2 = 2,0.102.α.(50-25) => α = 2,0.10-6 ºC-1

Resposta: 2,0.10-6 ºC-1

Exercício 5:
O coeficiente de dilatação superficial do alumínio é igual a 44.10-6 ºC-1. Determine o coeficiente de dilatação volumétrica do alumínio.

Resolução:

Sendo γ = 3α e β = 2α, vem: γ = 3β/2 =>  
γ = (3.44.10-6)/2 => γ = 66.10-6 ºC-1

Resposta: 66.10-6 ºC-1

Exercício 6:
Um bloco metálico é aquecido de 20 ºC a 120 ºC e seu volume sofre um acréscimo de 3%. Qual é o coeficiente de dilatação linear do material que constitui o bloco?

Resolução:

ΔV/V0 = γ.Δθ => 3/100 = 3.α.(120-20) => α = 10-4 ºC-1

Resposta: 10-4 ºC-1

Exercícios de Revisão 

Revisão/Ex 1: 
(UFPB)
Ultimamente, o gás natural tem se tornado uma importante e estratégica fonte de energia para indústrias. Um dos modos mais econômicos de se fazer o transporte do gás natural de sua origem até um mercado consumidor distante é através de navios, denominados metaneiros. Nestes, o gás é liquefeito a uma temperatura muito baixa, para facilitar o transporte. As cubas onde o gás liquefeito é transportado são revestidas por um material de baixo coeficiente de dilatação térmica, denominado invar, para evitar tensões devido às variações de temperatura. Em um laboratório, as propriedades térmicas do invar foram testadas, verificando a variação do comprimento (L) de uma barra de invar para diferentes temperaturas (T). O resultado da experiência é mostrado a seguir na forma de um gráfico.



Com base nesse gráfico, conclui-se que o coeficiente de dilatação térmica linear da barra de invar é:

a) 1.1
0-6/ºC             d) 10.10-6/ºC
b) 2.1
0-6/ºC             e) 20.10-6/ºC
c) 5.1
0-6/ºC

Resolução:

ΔL = α.L0.Δθ => (1,0001-1) = α.1.(50-0) => α = 2.10-6 ºC-1

Resposta: b

Revisão/Ex 2: 
(PUC–RS)
Um fio metálico tem 100 m de comprimento e coeficiente de dilatação igual 

a 17.10-6 ºC-1. A variação de comprimento desse fio, quando a temperatura
variax10 ºC, é1de

a) 17 mm         b) 1,7 m        c) 17 m        d) 17.1
0-3 mm        e) 17.10-6 m

Resolução:

ΔL = α.L0.Δθ => ΔL = 17.10-6.100.10 => ΔL = 17.10-3 m = 17 mm

Resposta: a

Revisão/Ex 3:
(UFMG)
O comprimento L de uma barra, em função de sua temperatura
θ, é descrito pela expressão L = L0 + [L0xα (θθ0)] , sendo L0 o seu comprimento à temperatura θ0 eeα o coeficiente de dilatação do material da barra. Considere duas barras, X e Y, feitas de um mesmo material. A uma certa0temperatura, a barra X tem o dobro do comprimento da barra Y. Essas barras são, então, aquecidas0até outra temperatura, o que provoca uma dilatação ΔX na barra X e ΔY na barra Y. A relação0correta entre as dilatações das duas barras é:

a) ΔX = ΔY          b) ΔX = 4 ΔY          c) ΔX = ½ ΔY          d) ΔX = 2 ΔY

Resolução:

ΔX = α.L0.Δθ e ΔY = α.L0/2.Δθ => ΔY = ΔX/2 => ΔX = 2 ΔY

Resposta: d

Revisão/Ex 4:
(Unifor-CE)
As dimensões da face de uma placa metálica retangular, a 0 °C, são 40,0 cm por 25,0 cm. Sabendo-se que o coeficiente de dilatação linear do material que constitui a placa é
α = 2,5.10-5 °C-1, a área dessa face da placa, a 60 °C, valerá, em cm2:

a) 1.000          b) 1.003          c) 1.025          d) 1.250          e) 2.500


Resolução:

ΔA = β.A0.Δθ => ΔA = 2.α.A0.Δθ => ΔA = 2.2,5.10-5.40,0.25,0.60 =>
ΔA = 3 cm2
A = A0 + ΔA => A = (40,0.25,0)+3 => A = 1003 cm2

Resposta: b

Revisão/Ex 5
(U.Mackenzie–SP)
Uma esfera de certa liga metálica, ao ser aquecida de 100 °C, tem seu volume aumentado de 4,5%. Uma haste desta mesma liga metálica, ao ser aquecida 

dex100 °C, terá seu comprimento aumentado de:

a) 1,0%           b) 1,5%           c) 2,0%          d) 3,0%           e) 4,5%


Resolução:

ΔV = γ.V0.Δθ => ΔV/V0 = γ.Δθ = 3.α.Δθ =>
ΔV/V0 = 3.ΔL/L0 => 4,5% = 3.ΔL/L0 => ΔL/L0 = 1,5% 

Resposta: b 

domingo, 3 de março de 2013

Cursos do Blog - Mec.(III)

3ª aula 
Movimento progressivo e Movimento retrógrado. Movimento Uniforme (I)

Borges e Nicolau

Movimento Progressivo

É o movimento em que o móvel caminha a favor da orientação positiva da trajetória.


No movimento progressivo os espaços crescem com o decorrer do tempo e a velocidade escalar é positiva.

Movimento Retrógrado

É o movimento em que o móvel caminha contra a orientação positiva da trajetória.


No movimento retrógrado os espaços decrescem com o decorrer do tempo e a velocidade escalar é negativa.

Movimento Uniforme (MU)

É o movimento que possui velocidade escalar constante (e não nula).
No movimento uniforme (MU) a velocidade escalar é a mesma em todos os instantes e coincide com a velocidade escalar média, qualquer que seja o intervalo de tempo considerado.


Função horária do MU

De v = Δs/Δt => v = (s-s0)/(t-0) => s-s0 = vt, vem:


Animação:
Movimento Uniforme
Clique aqui

Exercícios básicos
 

Exercício 1:
Dê exemplos de movimentos uniformes que ocorrem no dia a dia.

Resolução: 

Movimento da extremidade do ponteiro de um relógio; movimento de um ponto do equador devido a rotação da Terra; movimento final de queda de um paraquedas; movimento final de queda de uma gotícula de chuva; movimento de propagação do som e da luz.

Exercício 2:
Um móvel realiza um movimento uniforme e seu espaço varia com o tempo segundo a tabela:


a) Classifique o movimento dizendo se é progressivo ou retrógrado.
b) Calcule e velocidade escalar do móvel.
c) Qual é o espaço inicial do móvel.
d) Escreva a função horária dos espaços.
e) Construa o gráfico s x t.
x
Resolução:

a) O movimento é retrógrado pois os espaços s decrescem com o decorrer do tempo.
b) v = Δs/Δt
0=> v = (17-20)/(1-0) => v = -3 m/s
c) Para t = 0, temos
s0 = 20 m
d)  s =
s0 + vt => s = 20 - 3t (SI)
e) 



Respostas:

a) Retrógrado
b) -3 m/s
c) 20 m
d) s = 20-3t (SI)
e) gráfico acima
x
Exercício 3: 
Dois móveis, A e B, realizam movimentos uniformes em uma trajetória retilínea e suas funções horárias são sA = 15 + 10t (SI) e sB = 35 + 5t (SI). Determine:

a) A distância entre os móveis no instante t = 0;
b) O instante em que os móveis se encontram;
c) Os espaços dos móveis no instante do encontro;
d) Construa os gráficos, no mesmo diagrama, dos espaços dos móveis A e B em função do tempo.

Resolução:

a) No instante t = 0, temos: s0A = 15 m e s0B = 35 m. Logo a distância entre A e B, no instanteBt = 0, é de 20 m.
b) No instante do encontro os espaços de A e B são iguais. Portanto:
sA = sB => 15 + 10t = 35 + 5t => t = 4 s
c) Para t = 4s, temos: sA = 15 + 10.4 => sA = 55 m
Confirmando: sB = 35 + 5.4 => sB = 55 m
d)
 

Respostas:

a) 20 m
b) 4 s
c) 55 m
d) Gráficos acima

Exercício 4:
Dois automóveis, A e B, deslocam-se numa pista retilínea com velocidades escalares vA = 20 m/s e vB = 15 m/s. No instante t = 0 a distância entre os automóveis é de 500 m. Qual é a distância que o carro que está na frente percorre, desde o instante t = 0, até ser alcançado pelo carro de trás? Considere os carros como pontos materiais.


Resolução:

Adotando-se a origem dos espaços na posição inicial de A e orientando a trajetória de A para B, temos:


Funções horárias

Carro A:
sA = 0 + 20t (SI)
Carro B:
sB = 500 + 15t (SI)

Encontro:
sA = sB => 0 + 20t = 500 + 15t => t = 100 s

Espaço no instante do encontro:
sA = 0 + 20.100 => sA = 2000 m

A distância que o carro B percorre, desde o instante t = 0, até ser alcançado pelo carro A é d = 2000 m – 500 m = 1500 m

Resposta: 1500 m 


Exercício 5:
Um trem de 300 m de comprimento atravessa completamente um túnel de 700 m de comprimento. Sabendo se que o trem realiza um movimento uniforme e que a travessia dura 1 minuto, qual é a velocidade do trem, em km/h?


Resolução:

Durante a travessia cada ponto do trem (como o ponto de trás A) sofre uma variação de espaço Δs = Ltrem + Ltúnel = 300 m + 700 m = 1000 m.
Portanto, v = Δs/Δt = 1000 m/60 s = (1000/60).3,6 km/h => v = 60 km/h

Resposta: 60 km/h

Exercício 6:
Dois carros, A e B, realizam movimentos uniformes. O carro A parte de São Paulo no sentido de Mairiporã e o carro B parte, no mesmo instante, no sentido de Mairiporã para São Paulo. A distância entre as duas cidades é de 42 km. A velocidade do carro A é de 80 km/h. Qual deve ser a velocidade do carro B para que os dois se cruzem a 30 km de São Paulo?

Resolução:


Carro A: sA = 0 + 80t (s em km e t em h)
Para sA = 30 km, temos: 30 = 80t => t = (3/8) h

Carro B: sB = 42 + vB.t (s em km e t em h)
Para sB = 30 km e t = (3/8) h, temos: 30 = 42 + vB.(3/8) => vB = -32 km/h

O sinal negativo obtido no valor de vB indica que o movimento de B tem sentido oposto ao adotado para a trajetória. Em módulo a velocidade de B é de 32 km/h

Resposta: 32 km/h 

Exercícios de Revisão 

Revisão/Ex 1: 
(Unifor-CE)
Numa viagem de automóvel foram anotados os instantes e os marcos quilométricos, durante certo intervalo de tempo, conforme a tabela a seguir. Supõe-se movimento uniforme. 



Acerca desse movimento, considere a seguinte frase incompleta: "No instante t 7h10min, o movimento tem velocidade escalar de ..................... e o automóvel encontra-se no marco quilométrico .....................".

Os valores mais prováveis para se preencher corretamente as lacunas da frase são, respectivamente,

a) 203 km/h e 1,0 km.
b) 5 km/h e 1,0 km.
c) 1,0 km/min e
203 km.
d) 1,0 km/min e 1,0 km.
e) 5,0 km/min e 203 km.


Resolução: 

Como o movimento é uniforme a velocidade escalar média coincide com a velocidade escalar instantânea. Assim, temos:

v =
vm => v = Δs/Δt = (203-193)km/10min => v = 1,0 km/min

No instante t = 7h10min o automóvel encontra-se no marco quilométrico 203 km.

Resposta: c


Revisão/Ex 2: 
Os dois automóveis A e B da figura realizam movimentos retilíneos e uniformes. Sabe-se que a velocidade de A vale 10m/s e que colide com B no cruzamento C. A velocidade de B é igual a:


a) 2,0 m/s.
b) 4,0 m/s.
c) 6,0 m/s.
d) 8,0 m/s.
e) 10 m/s. 


Resolução:

Calculo do intervalo de tempo que o automóvel A gasta para atingir o cruzamento: 

vA = ΔsA/Δt => 10m/s = 100m/Δt => Δt = 10 s 

Calculo da velocidade de B, lembrando que atinge o cruzamento  no mesmo instante do que A: 

vB = ΔsB/Δt = 60m/10s => vB = 6,0 m/s
 
Resposta: c


Revisão/Ex 3:
Um trem de 200 m de comprimento atravessa uma ponte de 100 m. O tempo de travessia é de 12 s. Considerando o movimento do trem uniforme, sua velocidade escalar é de:

a) (50/3) m/s
b) 45 km/h
c) (10/3) m/s
d) 22,5 km/h
e) 90 km/h


Resolução:

Durante a travessia cada ponto do trem sofre uma variação de espaço 
Δs = Ltrem + Lponte = 200 m + 100 m = 300 m.
Portanto,
v = Δs/Δt = = 300 m/12 s = (25).3,6 km/h => v = 90 km/h

Resposta: e


Revisão/Ex 4:
(VUNESP)
Um estudante realizou uma experiência de cinemática utilizando um tubo comprido, transparente e cheio de óleo, dentro do qual uma gota de água descia verticalmente, como indica a figura.



A tabela relaciona os dados de posição em função do tempo, obtidos quando a gota passou a ter movimento retilíneo e uniforme.



A partir desses dados, determine a velocidade em cm/s, e escreva a função horária da posição da gota.


Resolução:

Cálculo da velocidade da gota: 

v = Δs/Δt = = (90-120)cm/(2-0)s => v = -15 cm/s

Da tabela tiramos que o espaço inicial da gota é 120 m.
De s = s
0+v.t, vem: s = 120–15.t (s em metros e t em segundos)

Resposta

v = -15 cm/s; s = 120–15.t (s = m, t = s)

Revisão/Ex 5:
(AFA)
Uma pessoa esta observando uma corrida a 170 m do ponto de largada. Em dado instante, dispara-se a pistola que dá início à competição. Sabe-se que o tempo de reação de um determinado corredor e 0,2 s, sua velocidade e constante com módulo 7,2 km/h e a velocidade do som no ar tem módulo igual a 340 m/s. A distância desse atleta em relação a linha de largada, quando o som do disparo chega ao ouvido do observador é:

a) 0,5 m   b) 0,6 m   c) 0,7 m  d) 0,8m


Resolução: 

Cálculo do tempo que o som gasta para chegar ao ouvido do observador:

vsom = Δs/Δtsom => 340m/s = 170 m/Δtsom => Δtsom = 0,5 s

Como o tempo de reação do corredor foi de 0,2 s, concluímos que quando o som chega ao ouvido do observador, o atleta já correu durante 0,3 s. Neste intervalo de tempo ele percorreu:

v = Δs/Δt => (7,2/3,6)m/s = Δs/0,3s => Δs = 0,6 m
 
Resposta: b 

Arte do Blog

2008 Dorotheum comes to Moscow

Sigmar Polke

Sigmar Polke foi um pintor alemão nascido em Oels, na Baixa Silésia, em 13 de fevereiro de 1941. Polke passou a infância na Alemanha Oriental, mas aos 12 anos, em 1953, foi para Berlim para onde sua família se mudou, estabelecendo-se depois em Wittich, na Alemanha Ocidental.

1995-99 Lackmus

Os primeiros passos de Polke no campo da arte deram-se na pintura em vidro, nos anos de 1959 e 1960, em Dusseldorf Kaiserwerth. Na sequência ele transferiu-se para a Academia de Arte da mesma instituição.

1995 Betriebsfest 

Uma marca registrada de Polke é a irreverência com que trata as técnicas de pintura e os materiais tradicionais, em consonância a uma total falta de fidelidade a qualquer modo de representação. Essas características estabeleceram sua reputação de revolucionário visual.

1994 Measuring Clothes

Expurgar os fantasmas do nazismo, eis um tema constante no imaginário de Polke. O resultado dessa obssessão é uma narrativa pictórica complicada. As imagens distribuídas em múltiplas camadas dão a impressão a quem contempla a obra de estar defronte à projeção de um sonho alucinante, filtrado através de uma série de véus.

2002 Triptych

Em 1978 Sigmar Polke estabeleceu-se em Colônia, onde viveu e trabalhou até a sua morte aos 69 anos, em 2010, de complicações de câncer.

Saiba mais aqui e aqui

sábado, 2 de março de 2013

Especial de Sábado

Ganhadores do Premio Nobel de Física

Borges e Nicolau
x
1994
Bertram N. Brockhouse e Clifford G. Shull, pelo trabalho de técnicas de espalhamento de nêutrons.

Bertram Neville Brockhouse (1918-2003), físico canadense; Clifford Glenwood Shull (1915-2001), físico estadunidense

Bertram N. Brockhouse e Clifford G. Shull foram distinguidos com o premio Nobel de Física, em 1994, pelo trabalho de técnicas de espalhamento de nêutrons, visando a análise da estrutura atômica de materiais.

Saiba mais. Clique aqui e aqui

Próximo Sábado: Ganhador do Premio Nobel de 1995:
Martin L Peri, pela descoberta do lepton tau e Frederick Reines, pela detecção do neutrino.